Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

Resíduos da Memória | Makinf Of

Oficina Melhor Idade Faz Cinema | Perspectiva | Making Of

Oficina Melhor Idade Faz Cinema | Reportagem do Jornal da Câmara do dia 15-01-2014

Beatriz Seraso é uma das 20 alunas do worshop Melhor Idade Faz Cinema, oferecida pelo programa Circuito Aberto. Quinze oficinas integram a Maratona de Formação do Circuito que vai até o mês de fevereiro. Saiba mais: http://bit.ly/1cRjX0s.

Oficina 'Melhor idade faz cinema' recebe inscrições até 3 de janeiro

O objetivo do curso é capacitar pessoas da terceira idade para conhecer e realizar as etapas que envolvem a produção de um filme*

*Matéria publicada no Caderno Divirta-se do Jornal Estado de Minas do dia 22-12-2013. Para acessá-la on-line, clique aqui.

 

Jefferson Assunção, Ataídes Braga, Isabel Abreu, Nelma Costa e Roberto Casavelha ministrarão a oficina


Estão abertas até 3 de janeiro de 2014 as inscrições  (gratuitas) para a oficina Melhor idade faz cinema. O objetivo do curso é capacitar pessoas da terceira idade para conhecer e realizar as etapas que envolvem a produção de um filme, basicamente roteiro, produção, direção, fotografia, edição e montagem. As aulas serão ministradas por Ataídes Braga, Isabel Abreu, Jefferson Assunção, Nelma Costa e Roberto Casavelha.

Os professores revelam que a oficina “se propõe a envolver o público carente de atividades voltadas à valorização do potencial acumulado nessa etapa da vida humana”. De acordo com eles, a proposta leva em conta o Estatuto do Idoso, que considera obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária (artigo 3º).”

A proposta contempla os aspectos culturais, de lazer, de atividade laboral e pretende promover a convivência comunitária entre seus pares e outros integrantes da sociedade. As aulas serão ministradas de 6 a 17 de janeiro, das 14h às 17h, exceto no dia 11, quando as aulas ocorrem das 11h às 14h. O curso será ministrado no Centro de Arte Popular, na Praça da Liberdade.

Resíduos da Memória | Trailer do primeiro longa-metragem da Artesãos Tagarelas | Lançamento no início de 2014

Humberto Mauro: O cinema como cachoeira

Junho: A exposição

Filmes de cachoeira | Edição: Camila Lacerda

Junho | Vídeo complemento da exposição sobre as manifestações de Junho de 2013

Audiovisual em Debate | Ataídes Braga | Agosto de 2013

Tardes de Cinema | Curso Assessoria, Construção e Formatação de Roteiros | Inscrições abertas até 06 de setembro


Tardes de Cinema | Curso Revisão Histórica do Cinema Brasileiro | Inscrições abertas até 02 de setembro


Arte em Foco | Ciclo de palestras sobre o cinema de Humberto Mauro com Ataídes Braga e Eduardo Morettin


Inventário de uma resistência | CRAV abre projeto Audiovisual em Debate com discussão sobre a questão das salas de cinema em Belo Horizonte


Para abrir seu novo projeto, que vai realizar palestras mensais sobre o universo da sétima arte, o Centro de Referência do Audiovisual (CRAV) escolheu como tema o maior gargalo do cinema brasileiro: o circuito de exibição. E para falar sobre “As Salas de Cinema de Belo Horizonte e suas Transformações”, o órgão convidou o maior especialista no assunto, Ataídes Braga, que pesquisa essa história há mais de 20 anos.

O professor inaugura o ciclo Audiovisual em Debate, amanhã, a partir das 19h, no CRAV (rua da Bahia, 1.149, centro). Autor do livro “O Fim das Coisas – as salas de cinema de Belo Horizonte”, que foi lançado na inauguração do Centro em 1996, Braga pretende atualizar o apanhado histórico do circuito exibidor da capital que ele fez na obra e abrir um debate sobre o cenário da cidade hoje.

“Quero apresentar o que Belo Horizonte já foi para o público mais jovem que vai estar lá e não tem ideia das salas que já fecharam”, conta o pesquisador. Segundo ele, a capital contava com cerca de 110 espaços de exibição nas décadas de 60 e 70, que desapareceram quase por completo nos anos 1980, dando lugar aos multiplexes dos shoppings.
Uma das novidades que o professor quer destacar é o surgimento do Cine CentoeQuatro. O espaço se une ao que ele chama de “cinema de resistência”, formado pela sala Humberto Mauro e pelo Cine Belas Artes na capital.
“Ele tem uma cara de cineclube e é claramente herdeiro do Usina e do espaço Unibanco Savassi”, comenta Braga. Para ele, a programação da sala, que traz cinematografias de difícil acesso e dá amplo espaço à produção brasileira com sessões comentadas, é uma alternativa ao “lixo que é despejado semanalmente nos shoppings”.

“O Belas Artes tinha ficado sozinho com essa missão”, afirma. Além do CentoeQuatro, o pesquisador vai abordar a revitalização de antigos espaços, como o Palladium (que já está em funcionamento), o Cine Brasil e o Pathé, que continuam sendo velhas promessas.

Segundo o professor, é importante que esses espaços continuem voltando como resistência ao modelo mercadológico que dominou o circuito exibidor. “É claro que todo mundo tem interesse no mercado e ninguém faz cinema para ficar em casa. O problema não é o comercial. É o excesso de lixo e a falta de diversidade”, argumenta.

Outra questão que deve entrar em pauta no debate é o advento da exibição digital, que em breve deve dominar o circuito, e como ele afetará os cinemas de rua. O Cine Humberto Mauro – que Braga usa como paradigma de resistência e que foi objeto de seu último livro, “Cachoeira de Filmes – o Cinema Humberto Mauro como Espaço de Exibição e Resistência”, de 2011 – recentemente passou por uma reforma e ganhou o sistema de projeção digital DCP (Digital Cinema Package), que vem se tornando padrão para os principais realizadores e festivais do mundo.

O pesquisador concorda que o formato é superior às demais exibições digitais existentes e é o mais próximo da película, em termos de qualidade. Mas ele se preocupa se o preço vai ser acessível para os cinemas de circuito mais pequeno. “Se for possível popularizar para vários espaços, será uma nova alternativa de exibição. Se não, vai ser simplesmente mais filmes ruins com melhor qualidade de projeção”, explica.

Independente disso, Braga concorda que o digital é um futuro inevitável. De acordo com ele, os distribuidores – especialmente de filmes mais baratos – já ligam para as salas e perguntam se elas contam com DCP. “Se não tem, eles não mandam porque não têm o filme em película”, afirma.

Para o professor, a única forma para os cinemas de rua sobreviverem nesse cenário é por meio de políticas públicas. “A verdade é que, 30 anos depois do desaparecimento quase completo das salas de rua na capital, nada foi feito pelo poder público para resgatar esses espaços”, sintetiza.

Curso: O ator para cinema | A partir do dia 10 de agosto no Espaço Cultural Luchini, no Bairro Ouro Preto

EMENTA: Representações no Cinema; Método Stanislavski; Método Brechtiano; Método de Fátima Toledo, além de outros. 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 

- A representação no Cinema até a década de 1930 do século XX;
- A representação no Cinema entre as décadas de 1930 e 1960 do século XX;
- A representação no Cinema entre os anos 1960 e 2000;
- Método Stanislavski; Método Brechtiano e Método Fátima Toledo;
- Exercícios práticos para a câmera de vídeo baseados nos métodos estudados com a apresentação dos principais posicionamentos de câmera e enquadramentos;
- Exibição de trechos de filmes para os tipos de interpretação estudados.

MATERIAL DIDÁTICO: Será distribuída uma apostila com textos relativos ao curso.

MAPA DO LOCAL:

Exibir mapa ampliado

Programa Caleidoscópio | Tema: Cinema Brasileiro | Participações do Artesão Tagarela, Ataídes Braga, e do professor e coordenador do curso de Cinema do Centro Universitário UNA, Júlio Pessoa

Curta-Metragem Geração Y




FICHA TÉCNICA

ESTRELANDO: Thiago de Souza Miranda

DIREÇÃO E ROTEIRO: Ayron Borsari
PRODUÇÃO: Ataídes Braga
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Ricardo Lima
DIREÇÃO DE ARTE: Emerson da Luz
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Emerson Reis

DESIGN GRÁFICO: Igor Bersan

Curta-Metragem Memória Solidão



"Nasci
tudo era alegria.
Nem as palmadas no bumbum
me fizeram chorar.

No primeiro aniversário
joguei fora a velinha
e comi todo o bolo.
Nunca mais me fizeram festa."

Ficha Técnica

Um filme de Anderson Telles, Ataídes Braga, Carol Viveiros, Igor Ayres, Kamila Costa, Laura Picorelli, Lúcio de Paiva Jr. e Sarah Marques.

Direção Geral: Ataídes Braga e Lúcio de Paiva Jr.

Edição Final: Jefferson Assunção.

Baseado no livro "Fragmentos de Versos", de Ataídes Braga.

Curta-Metragem A Mortalha da Morte, dirigido e roteirizado por Jefferson Assunção e produzido pela Artesãos Tagarelas



FICHA TÉCNICA


EQUIPE

DIREÇÃO: Jefferson Assunção
ROTEIRO: Jefferson Assunção, levemente inspirado no conto Diante da lei e no romance O processo, ambos de Franz Kafka, e na crônica No escuro da noite e no poema A mortalha da morte do morto, ambos de Jefferson Assunção
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Artesãos Tagarelas
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Ataídes Braga e Thais Lombardi
ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: Ataídes Braga
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO: Ayron Borsari e Matheus Rufino
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA E CÂMERA: Alexandre Mota
ASSISTÊNCIA DE FOTOGRAFIA E DE CÂMERA: Ayron Borsari e Frederico de Lima
MAQUINÁRIA E ELÉTRICA: Frederico de Lima
CONTINUIDADE: Henrique Perini
DIREÇÃO DE ARTE: Virgínia Moraes
FIGURINO: Virgínia Moraes
ASSISTÊNCIA DE FIGURINO: Isabelle Utsch
MAQUIAGEM: Gabriela Dominguez
CAPTAÇÃO DE SOM: Pedro de Toledo
MAKING OF: Frederico Cheib
STILL: Frederico Cheib e Henrique Perini
ESTAGIÁRIA DE PRODUÇÃO: Vitoria Carolina Davis
EDIÇÃO E FINALIZAÇÃO: Jefferson Assunção

ELENCO

HOMEM: Lúcio de Paiva Jr.
MULHER 1: Lorena Cardoso
MULHER 2: Roberta Torres
MULHER 3: Gabriela Dominguez
MULHER 4: Mariliz Schrickte
JOÃO VALENTÃO: John Walker
PROJECIONISTA: Rufino

APOIO

Centro Universitário UNA e Fundação Clóvis Salgado

::: Acessos :::

::: Sobre o site :::